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Medo da Morte - Programa Transição 220

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Doenças da Alma - por Joanna de Ângelis

A causa de todo transtorno e disfunção grave que tenha lugar na organização celular do ser humano ou nos tecidos delicados da sua psique, encontra-se fixada no Espírito, o incansável desbravador dos horizontes inconquistados do progresso, que os insculpe como necessidades evolutivas. Das ocorrências teratológicas às enfermidades degenerativas, às infectocontagiosas devastadoras, aos distúrbios psicológicos e psiquiátricos, ao aprofundar-se as sondas da investigação na procura da sua gênese, ei-la nos refolhos do ser profundo, preexistente ao corpo e a ele sobrevivente. As ideias acalentadas durante a reencarnação e fora dela emitem ondas de ação poderosa que se encarregam de plasmar no perispírito efeitos correspondentes que se convertem em futuras necessidades evolutivas, seja através de conquistas ou de prejuízos morais, facultando o surgimento futuro de facilidades iluminativas assim como de deficiências corretoras. A educação da mente é atividade do Espírito, que se porta ...

Além dos remédios

Meu remédio acabou! O que vou fazer?! O clássico transtorno da caixa vazia, o desespero que assola, como se o único meio de combater uma doença fosse um comprimido. Por mais útil que seja, o tratamento farmacológico representa apenas um dos vários tipos de tratamentos disponíveis. Um estudo 1 em larga escala realizado no Reino Unido (2018) demonstrou que antidepressivos usados para tratar a síndrome do pânico tem uma eficácia questionável, dependendo da gravidade da doença. A questão da eficácia é tratada em maiores detalhes na seção 'Análise Clínico' abaixo. Mesmo com benefícios moderados, a medicação é recomendada durante a fase mais aguda da doença, que pode se estender por alguns anos. Portanto, o tratamento farmacológico deve ser acompanhado de terapia e/ou mudança de hábitos do indivíduo. Infelizmente, a pessoa é raramente informada de maneira satisfatória pelos profissionais da saúde, à respeito das opções de tratamento disponíveis. A seguir, algumas suge...

Suicídio, uma falsa solução

Nas horas de desespero e angustias extremas, quando as forças nos faltam, buscamos naturalmente um meio de acabar com o sofrimento. Num grave erro de raciocínio aparentemente lógico, certas pessoas pensam em tirar a própria vida. Mas o suicídio é uma falsa solução. Aquele que acredita livrar-se do sofrimento desta maneira está se enganando completamente: a morte do corpo não representa o fim do ser consciente que somos, e ainda menos o fim do sofrimento. O suicida comete o maior erro de todos, não para com os outros, mas para consigo mesmo, destruindo o veiculo transitório que lhe serviria de meio de aprendizagem, provação e expiação de erros passados. Tarde demais, e para a sua maior confusão, o ser consciente descobre que absolutamente nada resolveu. Ao contrário, encontra-se ainda 'vivo', embora ainda vinculado ao seu corpo que agora jaz morto, destruído. O sofrimento resultante do suicídio ultrapassa de muito aquele usado para justificá-lo. Os céticos de pla...